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	<title>Ambiente da gente</title>
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	<description>O meio ambiente feito pela gente.</description>
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		<title>Ambiente da gente</title>
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		<title>Algumas iniciativas velem a pena</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 21:11:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É muito comum, quando tentamos mostrar para uma pessoa que ela pode fazer a diferença, ouvirmos a seguinte frase: &#8220;não adianta nada eu fazer se ninguém mais o fará&#8221;. Realmente, por vivermos em coletividade, ações puntuais não causam grandes mudanças. Contudo, essas ações mexem com algumas pessoas que acabam apoiando e acreditando naquela idéia. Assim [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=65&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum, quando tentamos mostrar para uma pessoa que ela pode fazer a diferença, ouvirmos a seguinte frase: &#8220;não adianta nada eu fazer se ninguém mais o fará&#8221;.</p>
<p>Realmente, por vivermos em coletividade, ações puntuais não causam grandes mudanças. Contudo, essas ações mexem com algumas pessoas que acabam apoiando e acreditando naquela idéia. Assim surge um pequeno grupo de &#8220;visionários&#8221;. Este grupo acaba contagiando mais pessoas. Neste ponto, com certeza mais que absoluta, a idéia não é mais puntual.</p>
<p>As mudanças sociais e culturais surgem, muitas vezes, com uma idéia de um indivíduo ou peuqeno grupo e, em pouco tempo, contagia milhares ou milhões de pessoas. Um exemplo foi o salto alto. Tudo começou com um rei francês. Daí, só os homens e ricos podiam usar o salto, pois aquilo simbolizava que eram mais importantes que os demais. Hoje, o salto alto é difundido em todo o mundo e é peça chave de qualquer guarda-roupa feminino.</p>
<p>Contudo, apresentar ao mundo novas idéias requer coragem. Muitos na história já foram linchados por apresentarem idéias ditas como &#8220;revolucionárias&#8221;, como é o caso de Galileu Galilei. Até hoje, na sociedade moderna, muitos são mal vistos por apresentarem novas idéias, cria-se o mito de que o correto é repetir aquilo que já foi dito.</p>
<p>Bom, toda essa &#8220;ladainha&#8221; é para falar de uma idéia que, aomeu ver, é, no mínimo, brilhante! O Banco Mercantil do Brasil cricou a <a title="Folha do Futuro" href="http://www.ofuturoquequeremos.com.br/primeira-pagina/" target="_blank">Folha do Futuro</a>, um jornal feito pelas pessoas com notícias e idéias sobre como elas querem que o planeta seja em 2015. Uma iniciativa inovadora como esta merece aplusos. O banco mostra que apesar de que a idéia possa partir de uma pequena minoria, é preciso a colaboração e entusiasmo de todos para fazer com que ela cresça e faça a diferença. Ajude também, é gratuíto, basta se cadastrar e postar notícias ou mesmo sua opinião sobre um determinado tema.</p>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_66" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-66" title="folha-do-futuro" src="http://ambigente.files.wordpress.com/2008/12/folha-do-futuro.gif?w=300&#038;h=225" alt="www.ofuturoquequeremos.com.br" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Imagem do site: www.ofuturoquequeremos.com.br</p></div>
<p><img src="/Users/Felipe/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ambigente.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ambigente.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ambigente.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ambigente.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ambigente.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ambigente.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ambigente.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ambigente.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ambigente.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ambigente.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ambigente.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ambigente.wordpress.com/65/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ambigente.wordpress.com/65/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ambigente.wordpress.com/65/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=65&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Felipe Carvalho</media:title>
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		<title>A fama do político brasileiro chegou na Polônia!</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 15:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambigente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<description><![CDATA[Ambientalistas que participam da reunião das Nações Unidas sobre o clima na Polônia expressaram desconfiança sobre a capacidade do governo brasileiro em reduzir o desmatamento no Brasil em 40% entre 2006 e 2010. Para o presidente da Global Forest Coalition, um coalizão de grupos ambientalistas e de direitos de povos indígenas, Miguel Lavera, o anúncio [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=63&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Ambientalistas que participam da reunião das Nações Unidas sobre o clima na Polônia expressaram desconfiança sobre a capacidade do governo brasileiro em reduzir o desmatamento no Brasil em 40% entre 2006 e 2010.</p>
<p>Para o presidente da Global Forest Coalition, um coalizão de grupos ambientalistas e de direitos de povos indígenas, Miguel Lavera, o anúncio feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva é &#8216;mais do mesmo&#8217;, embora admita que a adoção inédita de metas fixas é um avanço.</p>
<p>&#8220;O histórico do Brasil não confere muita credibilidade ao país, qualquer coisa que eles prometerem é visto como tática de negociação&#8221;, disse Lavera à BBC Brasil.</p>
<p>De fato, especialistas que também participam da 14ª reunião das Nações Unidas sobre mudanças climáticas (COP 14) em Poznan, na Polônia, afirmaram à BBC Brasil que o plano divulgado pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, reforça a posição brasileira no encontro.</p>
<p>Menos pessimista, o diretor da campanha para a Amazônia do Greenpeace, Paulo Adario, acredita que &#8220;o carro está na direção certa, mas a velocidade está errada&#8221;.</p>
<p>&#8220;A adoção de metas é extremamente positiva, mas precisa ser muito mais ambiciosa&#8221;, disse Adario à BBC Brasil.</p>
<p>Ele afirma que até 2010, o plano do governo brasileiro é suficientemente arrojado, mas a partir de 2017, &#8220;poderia fazer mais e melhor&#8221;.</p>
<p>Já para Miguel Lavera, o problema é que é difícil levar a sério o compromisso assumido pelo governo brasileiro, já que ele &#8220;desperdiçou verbas recebidas para proteção de florestas e contra o desmatamento e continuou desmatando&#8221;.</p>
<p>&#8220;É preciso muito mais que um anúncio. Eles precisam provar que podem cumprir as metas.&#8221; <em>(Fonte: Estadão Online)</em></p></blockquote>
<p><em>Até lá fora já perceberam a grande capacidade de prometer, planejar e não fazer nada dos comandantes teste país!<br />
</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ambigente.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ambigente.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ambigente.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ambigente.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ambigente.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ambigente.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ambigente.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ambigente.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ambigente.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ambigente.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ambigente.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ambigente.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ambigente.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ambigente.wordpress.com/63/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=63&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Felipe Carvalho</media:title>
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		<title>Não basta limitar emissões&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 15:42:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades potencialmente poluidoras]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalização]]></category>
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		<description><![CDATA[Até pouco tempo, as empresas só tomavam alguma atitudo em prol da defesa do meio ambiente, ou simplesmente da não poluição do mesmo quando pressionadas por lei. Daí a imensa quantidade de normas, resoluções e deliberações que delimitam padrões, concentrações e cargas de poluentes lançados no meio ambiente. São pouquíssimas as empresas que perceberam que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=61&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até pouco tempo, as empresas só tomavam alguma atitudo em prol da defesa do meio ambiente, ou simplesmente da não poluição do mesmo quando pressionadas por lei. Daí a imensa quantidade de normas, resoluções e deliberações que delimitam padrões, concentrações e cargas de poluentes lançados no meio ambiente.</p>
<p>São pouquíssimas as empresas que perceberam que o meio ambiente pode ser utilizado como uma ferramenta de mercado, de gestão estratégica e ajudar a ganhar novos mercados e a tão batalhada preferência do consumidor.</p>
<p>No ultimo dia 3 a Assembléia Legislativa do Paraná aprovou por unanimidade um projeto de lei que obriga as empresas potencialmente poluidoras a contratar pelo menos um técnico em meio ambiente. Este técnico pode ser engenheiro ambiental ou engenheiro químico com especialização em segurança ambiental.</p>
<p>Além disso, o profissional deve garantir a diminuição dos impactos gerados pela empresas e provar as ações através de laudos periódicos.</p>
<p>Bom, primeiro, o que são empresas potencialmente poluidoras? Para mim, qualquer uma. Mas segundo a lei, vale seguir a lista de atividades potencialmente poluidoras do IBAMA. <a title="Tabela do IBAMA de atividades potencialmente poluidoras." href="http://servicos.ibama.gov.br/ctf/manual/html/010401.htm" target="_blank">Para ver esta tabela clique aqui.</a></p>
<p>Impor multas elevadas para empresas que poluem o meio ambiente não é suficiente. Principalmente porque não existe fiscalização. Agora, as empresas são obrigadas a contratar um funcionário que é obrigado a evitar a poluição. Uma vez que é sabido que não existe fiscalização, a leiobriga que este funcionário aresente o laudo das atividades ao IAP (Instituto Ambiental do Paraná). Muito mais fácil (e aposto que vai virar moda) o poder público manda, senta e esera os resultados semprecisar sequer se dar ao trabalho de fiscalizar! Muito bem!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ambigente.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ambigente.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ambigente.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ambigente.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ambigente.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ambigente.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ambigente.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ambigente.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ambigente.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ambigente.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ambigente.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ambigente.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ambigente.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ambigente.wordpress.com/61/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=61&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Felipe Carvalho</media:title>
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		<title>A importância do meio ambiente na economia!</title>
		<link>http://ambigente.wordpress.com/2008/12/01/a-importancia-do-meio-ambiente-na-economia/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 14:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambigente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>

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		<description><![CDATA[A estatal foi excluída do Índice de Sustentabilidade (ISE), da Bovespa, juntamente com a Aracruz e a Companhia Paranaense de Energia (Copel) A Petrobras foi excluída, nesta terça-feira (25/11) da lista das empresas do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da Bovespa, composto de ações emitidas por companhias que apresentam alto grau de comprometimento com sustentabilidade [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=57&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A estatal foi excluída do Índice de Sustentabilidade (ISE), da Bovespa, juntamente com a Aracruz<br />
e a Companhia Paranaense de Energia (Copel)</p>
<p>A Petrobras foi excluída, nesta terça-feira (25/11) da lista das empresas do Índice de Sustentabilidade Empresarial<br />
(ISE), da Bovespa, composto de ações emitidas por companhias que apresentam alto grau de comprometimento com sustentabilidade e responsabilidade social. A nova carteira, que entra em vigor do dia 1º de dezembro de 2008 e até 30 de novembro de 2009, também exclui a empresa de celulose Aracruz, a Companhia Paranaense de Energia (Copel), CCR Rodovias, Iochpe-Maxion e  WEG.</p>
<p>A notícia divulgada no site da Bovespa vem ao encontro de uma reivindicação de várias ONGs, entre elas o Greenpeace, e secretarias estaduais do Meio Ambiente. Em outubro, as ONGs encaminharam uma carta ao presidente do Conselho Deliberativo do ISE pedindo que a Petrobras não fosse incluída na carteira para o período 2008-2009, por ter assumido práticas contrárias aos princípios do índice.</p>
<p>&#8220;Essa decisão mostra que não basta que as empresas sejam viáveis economicamente, elas precisam de uma licença junto a sociedade para operar com responsabilidade socioambiental&#8221;, diz Marcelo Furtado, diretor-executivo do Greenpeace.</p>
<p>O principal argumento contra a Petrobras citado no documento das ONGs foi o descumprimento da resolução 315 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) que, em 2002, determinou que a partir de janeiro de 2009 a quantidade de enxofre no diesel baixasse de  2.000 ppm (nas áreas não urbanas, 70% do total) e de 500 ppm (nas áreas metropolitanas) para 50 ppm. Apesar de ter quase sete anos para se preparar, a Petrobras, assim como a Anfavea (representando a indústria automobilística), declarou que não cumprirá a resolução. A Petrobras conseguiu um acordo no Ministério Público Federal muito menos rigoroso que a resolução do Conama, e mais lesivo ao meio ambiente e à saúde pública.</p>
<p>A artimanha da Petrobras contrariou o compromisso que a empresa havia assumido anteriormente com o próprio ISE.</p>
<p>&#8220;Uma empresa como a Petrobras que não cumpre nem a legislação não pode ser considerada um modelo de responsabilidade&#8221;, afirma Furtado.</p>
<p>O documento também cita o episódio em que o Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) decidiu suspender dois anúncios da empresa petrolífera por divulgar uma idéia falsa de que a  estatal tem contribuído para a qualidade ambiental e o desenvolvimento sustentável do país.</p>
<p>A carta foi assinada pelo Greenpeace, Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Minas Gerais, Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade, Movimento Nossa São Paulo, Instituto Brasileiros de Defesa do Consumidor (Idec), Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável, SOS Mata Atlântica, Amigos da<br />
Terra e Instituto Akatu e pelo Instituto Brasileiro de Advocacia Pública. Documento semelhante foi encaminhado a órgãos internacionas como a Organização dos Estados Americanos, GRI e Secretaria Nacional de Direitos, pedindo a cada um as providênciais contra a Petrobras.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ambigente.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ambigente.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ambigente.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ambigente.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ambigente.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ambigente.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ambigente.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ambigente.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ambigente.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ambigente.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ambigente.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ambigente.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ambigente.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ambigente.wordpress.com/57/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=57&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Diretiva européia para classificação das águas, um incentivo a internacionalização de empresas?</title>
		<link>http://ambigente.wordpress.com/2008/11/26/diretiva-europeia-para-classificacao-das-aguas-um-incentivo-a-internacionalizacao-de-empresas/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 17:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambigente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Classificação dos corposd'água]]></category>
		<category><![CDATA[CONAMA 357/05]]></category>
		<category><![CDATA[União Européia]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui no Brasil existe uma resolução do CONAMA (Conselho acional de Meio Ambiente) que estabelece diretrizes para a classificação de cursos d&#8217;água em classes. A CONAMA 357/2005 utiliza os usos preponderantes como critério de classificação, faz-se um levantamento das características da bacia e discute-se com a população para chegar a uma classe de água que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=55&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui no Brasil existe uma resolução do CONAMA (Conselho acional de Meio Ambiente) que estabelece diretrizes para a classificação de cursos d&#8217;água em classes. A CONAMA 357/2005 utiliza os usos preponderantes como critério de classificação, faz-se um levantamento das características da bacia e discute-se com a população para chegar a uma classe de água que agrade a todos. Por exemplo, em uma bacia em que a população utiliza a água para abastecimento doméstico, a classe não poderá ser 4, pois esta classe permite despejos e concentrações de poluentes no curso d&#8217;água que oferecem riscos à saúde humana mesmo após tratamento da água.</p>
<p>A União Européia possui uma diretiva que também visa classificar os corpos d&#8217;água e águas subterrâneas do continente. A WFD (Water Framework Directive) foi aprovada em 2000 e possui um critério para a classificação diferente do brasileiro. O prazo para o cumprimento da diretiva pelos países membros da EU é até 2015.</p>
<p>Para a classificação, são feitos estudos específicos de qualidade biológica, hidromorfológica e físico-química. O estado de um corpo d&#8217;água é dado pela expressão global de suas características em função do pior estado encontrado (ecológico ou químico). Uma água de superfície é considerada boa quando ambos os aspectos (ecológico e químico) são considerados bons em relação à condição de não perturbação, ou seja, sem influências significativas do homem.</p>
<p>Uma água só será classificada como de estado excelente quando houver: &#8220;<em>Nenhuma ou quase nenhuma alteração dos aspectos físico-químicos e hidromorfológicos em relação ao estado original do curso d&#8217;água em condições de não perturbação&#8221;</em></p>
<p>Em vista disso, podemos dizer que esta diretiva é um incentivo às empresas a se estabelecerem em países com menores restrições legais. Se pensarmos que a tendência é de que todos os corpos d&#8217;água tenham um nível elevado de pureza antes da interferência humana, e que as autoridades provavelmente irão exigir uma qualidade boa de águas, isto obrigará as empresas a investirem em tecnologias de reutilização da água ou em processos de tratamento mais avançados. Para muitas, será mais fácil se estabelecer em países com menos restrição e mão-de-obra mais barata.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ambigente.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ambigente.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ambigente.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ambigente.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ambigente.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ambigente.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ambigente.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ambigente.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ambigente.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ambigente.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ambigente.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ambigente.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ambigente.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ambigente.wordpress.com/55/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=55&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Felipe Carvalho</media:title>
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		<title>Efeito da chuva ácida.</title>
		<link>http://ambigente.wordpress.com/2008/11/21/efeito-da-chuva-acida/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 14:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambigente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um pouco sobre...]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva ácida]]></category>

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		<description><![CDATA[A chuva é naturalmente ácida pH em torno de 5,6. Isso porque o dióxido de carbono presente na atmosfera é solubilizado na água da chuva. O fenômeno da chuva ácida ocorre devido a óxidos de enxofre e nitrogênio presente na atmosfera. Eles são solubilizados na água da chuva formando ácidos fortes como o ácido sulfúrico. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=46&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A chuva é naturalmente ácida pH em torno de 5,6. Isso porque o dióxido de carbono presente na atmosfera é solubilizado na água da chuva.</p>
<p>O fenômeno da chuva ácida ocorre devido a óxidos de enxofre e nitrogênio presente na atmosfera. Eles são solubilizados na água da chuva formando ácidos fortes como o ácido sulfúrico. Abaixando mais ainda o pH da chuva.</p>
<p><a href="http://ambigente.files.wordpress.com/2008/11/coringa1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-50" title="Antes da chuva" src="http://ambigente.files.wordpress.com/2008/11/coringa1.jpg?w=240&#038;h=300" alt="Antes da chuva" width="240" height="300" /></a><a href="http://ambigente.files.wordpress.com/2008/11/coringa-11.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-51" title="Depois da chuva" src="http://ambigente.files.wordpress.com/2008/11/coringa-11.jpg?w=220&#038;h=300" alt="Depois da chuva" width="220" height="300" /></a></p>
<p>Antes e depois da chuva!</p>
<p> <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ambigente.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ambigente.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ambigente.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ambigente.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ambigente.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ambigente.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ambigente.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ambigente.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ambigente.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ambigente.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ambigente.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ambigente.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ambigente.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ambigente.wordpress.com/46/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=46&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Felipe Carvalho</media:title>
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			<media:title type="html">Antes da chuva</media:title>
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			<media:title type="html">Depois da chuva</media:title>
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	</item>
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		<title>BR-319 e princípios fundamentais do direito ambiental</title>
		<link>http://ambigente.wordpress.com/2008/11/18/br-319-e-principios-fundamentais-do-direito-ambiental/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 12:18:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambigente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios do direito ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[A seguinte notícia saiu no portal Globo Amazônia no dia 18/11/2008: Pesquisadores ouvidos pelo Globo Amazônia não vêem com bons olhos o plano de pavimentação da rodovia BR-319, que liga Porto Velho a Manaus e atualmente é intransitável na maior parte de sua extensão. Philip Fearnside, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=39&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A seguinte notícia saiu no portal Globo Amazônia no dia 18/11/2008:</p>
<p><em><strong>Pesquisadores ouvidos pelo Globo Amazônia não vêem com bons olhos o plano de  pavimentação da rodovia BR-319, que liga Porto Velho a Manaus e atualmente é  intransitável na maior parte de sua extensão.</strong></em></p>
<p><em><strong>Philip Fearnside,  pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), dedicou seu  espaço na Conferência Internacional Amazônia em Perspectiva, que acontece esta  semana em Manaus, a apontar os problemas que a estrada pode trazer.</strong></em></p>
<p><em><strong>Segundo ele, a rodovia não interessa sequer à indústria concentrada na  capital amazonense, que pode escoar sua produção em navios. &#8220;Seria mais  interessante ampliar a capacidade dos portos da cidade&#8221;, observa o cientista.  &#8220;Os portos são o grande gargalo, pois são usados para exportações e não sobra  capacidade para manda para o mercado interno.&#8221;</strong></em></p>
<p><em><strong>Para Fearnside, a  abertura da BR-319 é representa um grave risco: &#8220;Estão ligando a Amazônia  Central com o arco do desmatamento. Em Manaus quase não tem desmatamento, mas a  estrada pode mudar completamente a situação&#8221;, critica. &#8220;Usam como exemplo o  parque de Yellowstone, que se conserva mesmo sendo cortado por estradas. Até o  quadro mudar para ser parecido com Yellowstone, não vai mais haver floresta&#8221;,  diz Fearnside.</strong></em></p>
<p><em><strong>Alexander Pfaff, da Duke University, nos EUA, verificou  que a abertura de uma rodovia com tráfego pesado em meio à selva causa mais  danos que em zonas já desenvolvidas, com outras estradas próximas. Para chegar a  essa conclusão Pfaff analisou imagens de toda a Amazônia e também de outras  áreas de floresta, como a região sul do México. &#8220;No começo, quando a estrada é  aberta (em lugares remotos), não há muita destruição porque não há gente para  promovê-la, mas com o tempo ela se intensifica&#8221;, comenta o pesquisador.</strong></em></p>
<p><em><strong>Quando já há agricultura e infra-estrutura viária próxima, o impacto  sobre a floresta que ainda subsiste é menor. &#8220;Por isso seria mais interessante  intensificar a atividade em regiões que já têm algum desenvolvimento&#8221;, comenta.</strong></em></p>
<p><em><strong>&#8220;Infelizmente aqui tudo que é desenvolvimento é também desmatamento&#8221;  preocupa-se Regina Luizão, também pesquisadora do Inpa. &#8220;Um dos nossos projetos  (do Inpa) está avaliando especificamente a BR-319, sob todos os aspectos.  Estamos muito preocupados, porque a biodiversidade de um lugar para outro pode  mudar muito&#8221;, observa, explicando que na área afetada pela rodovia há espécies  que só ocorrem ali, e que podem ser negativamente afetadas pela obra. &#8220;Já  sabemos que o asfaltamento vai trazer muitos danos&#8221;, diz.</strong></em></p>
<p><em><strong>Paulo Artaxo,  professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo e especialista em  aquecimento global, condena a obra e aposta numa alternativa: &#8220;A construção de  uma ferrovia seria um bom exemplo de como desenvolver sem desmatar. Não vai  faltar banco internacional para financiar uma obra sustentável.&#8221;</strong></em></p>
<p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><br />
Não tenho conhecimento da entrevista feita pela Globo com estes especialistas e assim não posso dizer nada sobre o real conhecimento deles sobre a situação. Contudo nesta reportagem fica claro que, em termos de impactos ao meio ambiente, cada especialista tem sua contribuição. Todos sabem, e possuem certeza científica, de que a construção da BR-319 é prejudicial ao meio ambiente e de que existem alternativas como a expansão dos portos ou criação de ferrovias. (Prefiro os portos&#8230;)</p>
<p>Bem, existe um princípio do direito ambiental que se aplica, ou melhor, que cai como uma luva neste caso. O Princípio da Prevenção.</p>
<p>Segundo este princípio, qualquer atividade na qual se tenha certeza científica dos seus impactos ao meio ambiente deverá ser evitada prevenindo assim a degradação ambiental. Contudo, advogados (ou sei lá quem) que estiverem defendendo a construção da rodovia poderão alegar que os especialistas que estudam o caso acreditam que a rodovia causará impactos, mas não possuem certeza científica do fato. Daí temos outro princípio que resolve o problema: o Princípio da Precaução.</p>
<p>De acordo com o Princípio da Precaução, qualquer atividade que é passível de causar impactos no meio ambiente deve ser evitada mesmo se não houver certeza científica da real ocorrência do impacto. Assim seremos precavidos e evitaremos um possível impacto.</p>
<p>Mas olhando assim, nunca poderíamos fazer nada, pois qualquer coisa possui um potencial de causar impactos ambientais. Aí entra um terceiro princípio, o Princípio do Desenvolvimento Sustentável. Segundo este princípio, deve haver o desenvolvimento, mas com a menor degradação ambiental possível. Ele promove um equilíbrio entre o fazer ou não um empreendimento de potencial impacto ambiental. É o princípio que analisa os prós e os contras.</p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Em fim, para resolver o problema da rodovia fica simples. Uma vez que, segundo a reportagem, nem mesmo as indústrias estão interessadas na rodovia, fica claro que a rodovia não trará qualquer desenvolvimento necessário para a população da região. Sendo assim, a obra NÃO DEVE OCORRER!</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ambigente.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ambigente.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ambigente.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ambigente.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ambigente.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ambigente.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ambigente.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ambigente.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ambigente.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ambigente.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ambigente.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ambigente.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ambigente.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ambigente.wordpress.com/39/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=39&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Felipe Carvalho</media:title>
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		<title>A história das coisas</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 16:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambigente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um pouco sobre...]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia industrial]]></category>
		<category><![CDATA[P+L]]></category>

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		<description><![CDATA[Já havia colocado o link para a versão original em inglês, mas daí acabei achando esta daí em português.Bem interessante e tem muito haver com aquela matéria sobre o meio ambiente e a crise nos EUA! more about &#8220;A história das coisas&#8220;, posted with vodpod<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=35&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já havia colocado o link para a versão original em inglês, mas daí acabei achando esta daí em português.Bem interessante e tem muito haver com aquela matéria sobre o meio ambiente e a crise nos EUA!</p>
<p><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> <embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/ExternalVideo.743285' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='sameDomain' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='&rel=0&border=0&' width='425' height='350' /></span></p>
<div style="font-size:10px;">more about &#8220;<a href="http://vodpod.com/watch/1098705-a-historia-das-coisas">A história das coisas</a>&#8220;, posted with <a href="http://vodpod.com/wordpress">vodpod</a></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ambigente.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ambigente.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ambigente.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ambigente.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ambigente.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ambigente.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ambigente.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ambigente.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ambigente.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ambigente.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ambigente.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ambigente.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ambigente.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ambigente.wordpress.com/35/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=35&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Água virtual</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 01:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambigente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Água Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança pela água]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um tempo, lendo alguns textos na internet, me deparei com um conceito no mínimo inusitado: &#8220;água virtual&#8221;.Meu primeiro pensamento, tomado pelo preconceito, foi o seguinte: &#8220;viche, esse povo cada hora inventa mais uma para poder complicar ainda mais o meio ambiente&#8221;. Mas mesmo assim, não deixei de procurar saber sobre a novidade. Foi aí [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=32&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]-->Há um tempo, lendo alguns textos na internet, me deparei com um conceito no mínimo inusitado: &#8220;água virtual&#8221;.Meu primeiro pensamento, tomado pelo preconceito, foi o seguinte: &#8220;viche, esse povo cada hora inventa mais uma para poder complicar ainda mais o meio ambiente&#8221;. Mas mesmo assim, não deixei de procurar saber sobre a novidade. Foi aí que descobri que a água virtual nada mais é que a água utilizada para produzir um produto. Ou seja, ao comprar um produto você indiretamente fez uso de uma certa quantidade de água.</p>
<p>Depois do susto com o novo conceito, pensei melhor e&#8230; BANG! Este conceito está completamente de acordo com meu trabalho de fim de curso (Análise de ciclo de vida)&#8230; E ainda por cima, é bem interessante.</p>
<p>Foi quando que, como já é praxe, pensei um pouco sobre a questão da água virtual. Vou apresentar abaixo algumas das minhas divagações.</p>
<p>Para começarmos, vamos pensar em termos de cobrança pelo uso da água. Atualmente, o que pagamos para as companhias de abastecimento é referente ao custo de captação, tratamento, transporte até a residência e posterior esgotamento sanitário da água. A água propriamente dita sai de graça! Contudo, não vai demorar para iniciar a cobrança pelo uso da água, ou seja, vamos pagar por litro. Sendo assim, os empresários também pagarão por litro retirado dos rios e obviamente vão repassar este custo para os consumidores. Uma vez que estamos consumindo água virtual, nada mais correto que nos cobrar por esta água.</p>
<p>Aí, podemos pensar também na consciência ecológica de cada um. Comer um kg de carne de boi é o mesmo que consumir 15000 litros de água (que foram usados na produção da carne). Realmente os bois bebem muita água rs&#8230;. Mas não é só isso, tem a água utilizada para plantar o milho que vai virar ração para o gado, tem a água usada na limpeza dos matadouros e podemos pensar ainda na água usada para produzir os pneus do caminhão que transportou a carne até o supermercado. Podemos até dizer que os bois bebem água té depois de mortos! Em contrapartida, comer um Kg de trigo é equivalente ao consumo de bem menos água. Podemos dizer que comer trigo é mais ecologicamente correto que comer carne?</p>
<p>Não pára por aí&#8230; Uma melancia possui 90% de água. E se 10 toneladas de melancia fossem produzidas no nordeste e fosse toda exportada para a Europa. Já imaginou, seria o mesmo que falar em transposição de águas. Na verdade seriam transpostos 9000 litros de água direto para o velho mundo! Para piorar, se cruzarmos essa informação com o fato de que, em média, um brasileiro consome 200 litros de água por dia (um brasileiro que toma um banho por dia, escova dentes, tem água no filtro&#8230;) poderíamos dizer que estamos mandando para o exterior 45 dias de consumo de água de um brasileiro. E se o brasileiro for um brasileiro pobre, ou mesmo que vive em região de seca, este valor poderia chegar a um ano de vida hídrica!</p>
<p>Um exemplo é a importação de soja feita pela china. São 18 milhões de toneladas por ano, a quantidade de água virtual (não só a contida na soja, mas também a utilizada na redução) é de 45 milhões de metros cúbicos (um metro cúbico são mil litros). A china não tem esta quantidade toda de água disponível&#8230;</p>
<p>O pior de tudo foi quando pensei em termos de produtos que contêm água como molhos, frutas, legumes. Voltando à melancia, se pensarmos que a água utilizada para produzir a melancia foi captada no rio São Francisco. Daí os ingleses vão comer a melancia que vai saciar a fome e a sede deles e por fim vai disponibilizar certo volume de água no organismo. Aí o inglês vai ao banheiro e &#8220;mija&#8221; a água do São Francisco. Se a rede de esgoto daquele inglês cair em um rio que é tratado e mais adiante sua água utilizada para o abastecimento, os ingleses vão estar bebendo água do São Francisco e, enquanto isso, os nossos nordestinos padecem de sede por que não tem água lá&#8230; Bom, parei de divagar aí, quando vi que beirava a loucura.</p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Para terminar, a parte importante e interessante do conceito de água virtual é pensarmos que, para qualquer produto que consumimos, seja ela seco ou não, foi gasto uma grande quantidade de água na sua produção. água para limpeza, diluição, resfriamento&#8230; E ainda pensarmos em uma cadeia complexa em que, como no exemplo já citado, pensarmos na água utilizada na produção de cada peça dos veículos utilizados para transportar o produto, na água gasta para gerar energia para resfriar ou aquecer o produto entre outras formas de ligação do uso da água com o produto. No fim, teríamos valores muito maiores de uso de água por unidade de produto.</span></p>
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			<media:title type="html">Felipe Carvalho</media:title>
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		<title>Meio Ambiente e Crise nos EUA &#8211; o que tem haver?</title>
		<link>http://ambigente.wordpress.com/2008/10/24/meio-ambiente-e-crise-nos-eua-o-que-tem-haver/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 17:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambigente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>

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		<description><![CDATA[Já faz algum tempo que penso em toda essa problemática ambiental. Degradações, extinções e poluição por todo o lado. Muitos ambientalistas pressionam para que algo seja feito, e, desta forma, são criadas normas e legislações afim de regulamentar e colocar um limite nas emissões e no uso de recursos naturais. Contudo, tirando alguns acordos internacionais, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ambigente.wordpress.com&amp;blog=4914279&amp;post=26&amp;subd=ambigente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Já faz algum tempo que penso em toda essa problemática ambiental. Degradações, extinções e poluição por todo o lado. Muitos ambientalistas pressionam para que algo seja feito, e, desta forma, são criadas normas e legislações afim de regulamentar e colocar um limite nas emissões e no uso de recursos naturais.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Contudo, tirando alguns acordos internacionais, as leis não proíbem o uso de certas substâncias tóxicas ou danosas ao meio ambiente. Apesar delas regularem as emissões dessas substâncias, a lei ainda permite que sejam produzidas constantemente com a produção contínua dos produtos.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Daí já se percebe uma sentença lógica: <strong>produção </strong><strong>&#8211;&gt; emissão.</strong> (Se existe produção então existe emissão).</p>
<p class="MsoNormal">Esta sentença é verdadeira naqueles casos em que as formas de produção são tradicionais, ou seja, não utilizam mecanismos de produção mais limpa ou emissão zero.</p>
<p class="MsoNormal">No modelo de produção tradicional temos a seguinte seqüência de etapas:  Extração de matérias primas <span style="font-family:Wingdings;">à</span> produção <span style="font-family:Wingdings;">à</span> mercado <span style="font-family:Wingdings;">à</span> consumo <span style="font-family:Wingdings;">à</span> disposição final.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Esta forma de produção, a que chegamos após a evolução histórica de um sistema de consumo, é necessária para atender toda a demanda.</p>
<p class="MsoNormal">Daí percebemos que existe uma força motriz neste sistema, a necessidade humana de compra. Quanto mais compramos, mais é produzido.</p>
<p class="MsoNormal">Então existe outra relação lógica: <strong>compra do produto </strong><strong><span style="font-family:Wingdings;">&#8211;&gt;</span> produção do produtos.</strong> (Se existe compra do produto então existe produção do produto).</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Fica fácil perceber que as duas relações lógicas podem ser unidas aí teremos a terceira relação lógica: <strong>compra do produto </strong><strong>&#8211;&gt; produção do produto </strong><strong>&#8211;&gt; emissão. </strong>(Se existe compra do produto então existe produção então existe emissão).</p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal">Bom então chegamos ao ponto de confluência entre os problemas ambientais e a crise nos EUA: <strong>excesso de consumo!</strong></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">O que acontece nos EUA? Bom, não estou tão por dentro assim, mas sei o básico:</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Existe no país uma cultura do sonho americano. Todo americano tem o direito de ter aquilo que deseja para ser feliz (casa, carro, roupas da moda, eletroeletrônicos e outros&#8230;). Mas não são todos, obviamente, norte americanos que recebem o suficiente para pagar por tudo o que querem. Então os bancos emprestam, as lojas financiam e todos são felizes!</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Chega em um ponto em que o consumo está muito alto, mas tudo parcelado. As pessoas começam a ter o que não poderiam ter e começam a dever. Ostentação barata! Ter por que outros tem, ter para mostrar que tem&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Daí o óbvio acontece: as pessoas deixam de pagar a dívida. Deixam de pagar as prestações. Aí aquele produto que custou dinheiro para ser produzido passou para o consumidor com uma promessa de pagamento. A promessa não foi cumprida! Logo o produto “sai de graça” para o consumidor.</p>
<p class="MsoNormal">Bom, aí já viram não é! Crise!</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">É lógico que o mecanismo da crise é mais complexo que este, mas para entender a relação entre meio ambiente e crise nos EUA isto aqui basta.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">A crise lá foi gerada por um excesso de consumo, muitas vezes desnecessário.</p>
<p class="MsoNormal">Engraçado como aqui no Brasil, a coisa está começando a seguir pelo mesmo caminho. Lembro-me bem que quando era mais novo raríssimas as lojas que vendiam alguma mercadoria em 3X. E ainda colocavam juros! Hoje&#8230; 48 vezes e sem juros!</p>
<p class="MsoNormal">Lógico que aumenta o poder de compra da população. Um ferro elétrico que custava R$ 150,00 “passa a custar” R$ 9,00.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Bom, então está aí: o problema todo é o consumismo!</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Este link mostra um vídeo muito interessante que ajuda a entender bem a relação dos problemas ambientais com o consumismo. É bem interessante, mas está em inglês&#8230; Vale a pena fazer uma forcinha e assistir tudo! (Não garanto nenhum dado técnico apresentado no filme).</p>
<p class="MsoNormal">
<p><span style="font-size:11pt;font-family:&quot;">LINK</span><span style="font-family:Wingdings;">: </span><span style="font-size:11pt;font-family:&quot;"> <a href="http://www.storyofstuff.com/">http://www.storyofstuff.com/</a></span></p>
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			<media:title type="html">Felipe Carvalho</media:title>
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